sábado, 30 de agosto de 2008

Empalideceu...


Não me recordo como foi, apenas de que simplesmente ela perdeu sua cor, mas não a forma, talvez a vida tenha partido, noto que ela murchou e que restou desse encanto apenas a sua estrutura...

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Me lembro que...


Ah... o que era mesmo? Ixi esqueci...de tudo.

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

What does the FAMILY mean?

The picture: A Família, by Tarsila do Amaral

The word FAMILY can have many means, but especially this:

F.A.M.I.L.Y


Father and Mother I Love You! For ever...

Of course in this and others lifes.








quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Proteção...


Um dia descobrimos que tentar proteger alguém é puro mito, porque tiramos o direito da verdade, dos fatos, estes necessários para que qualquer ser humano evolua, amadureça e agregue conhecimentos a seu espírito, é diferente de proteção de mãe, de pai... Pois eles te protegerão do mal, mas e as pessoas que insistem em omitir a verdade de seus corações, simplesmente para que não te magoe?

Será que elas esquecem que agindo dessa forma, podem nos ferir?

Ainda procuro as melhores respostas, mas talvez sejam mentes pequenas e despreparadas... ou simplesmente julgam isso puramente como generosidade.

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Auto-transformação...


Coloridas e diurnas, as borboletas precedem acontecimentos alegres, em seu oposto estão as mariposas, que são da mesma família. Quase sempre negras e por serem noturnas, frequentemente são atraídas por luzes artificiais, por seu gênero, é atribuído um pré-conceito de que noticiam a infelicidade, mas no imaginário humano ambas estão relacionadas à alma.

Na cultura greco-romana, assim como na egípcia, se acreditava que a alma deixava o corpo em forma de borboleta, pois a palavra "psique", em grego, quer dizer ao mesmo tempo espírito e borboleta. Nos afrescos de Pompéia, a psique é representada por uma criança com asas de borboleta.

Para a civilização asteca, ela era o sopro vital que saía pela boca do morto, além de estar associada a uma divindade ("Itzpapalotl", cruzamento de uma mulher com uma borboleta). Esse simbolismo está relacionado à sua metamorfose, pois pela metáfora, expressa a saída do túmulo (casulo) para o renascimento. Tal associação de seu ciclo vital – a passagem do mundo dos mortos para o dos vivos-, também é utilizada na cultura oriental.

No Japão, borboletas são espíritos viajantes; o seu surgimento anuncia uma visita ou a morte de um parente. Por outro lado, duas borboletas juntas querem dizer felicidade conjugal. No Vietnã, sua presença exprime longa vida, mas, nesse caso, é devido a uma coincidência fonética: duas palavras com pronúncia semelhante significam “borboleta” e “longevidade”.


"Você aprende a gostar de você.
a cuidar de você principalmente,
a gostar de quem gosta de você.
O segredo é não correr atrás das borboletas...
é cuidar do jardim para que elas venham até você.
No final das contas, você vai achar,
não quem você estava procurando,
mas quem estava procurando por você. "
(Mário Quintana)


Curioso observar que a larva precede a borboleta, e até que essa metarmofose acontece, ela se alimentará constantemente e em determinado momento, ela se recolherá e se resguardará em um casulo, até que esteja preparada para secar suas asas e graciosamente levantar seu primeiro vôo. Esse processo é único e individual, um humano pode acreditar que estará ajudando-a, caso a auxilie a sair do casulo, mas isso comprometerá seu doce vôo pelo resto de seus dias, pois suas asas devem secar naturalmente, sem que para isso haja a interferência de terceiros. E à nossa vida assim segue a transformação, muitas vezes precisamos tomar atitudes sozinhos, consertar erros ou proferir palavras a outrem, não podemos o tempo todo depender de ajuda, e sim algumas vezes sermos pró-ativos. Desta forma iremos voar para "longe"...

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

"Duas almas e um único pensamento, dois corações que batem como um só"



Teus “textos”, “palavras” ou “letras” encarnam o canto dos pássaros que compõem a doce melodia dessa música, que somente eu a escuto, outras vezes encarna o assobio agradável dos ventos, iminente da ventania, da chuva e dos trovões, assim como que emana a bela dança das árvores, esta que acompanha o ritmo desse sopro... Derrubando sobre minha face a chuva das folhas secas. E desse sensível vento, está agregado o teu perfeito aroma.

E não importa quais sejam minhas dificuldades ou mesmo ou os obstáculos que deverei superá-los, porque contigo ao meu lado ou cerca de mim, tudo se simplifica, teu olhar me conforta e afagando minhas mãos traz à mim, a eminência desse sentimento.

És a alma gêmea, a qual eu sempre carregarei comigo, por onde quer que eu vá, até que as minhas forças se esgotem.

Afinal és a mais brilhosa das estrelas, que todos os dias me ilumina, por isso, com simplicidade te agradeço e enviarei por céus e mares, infinitos beijos, porque eu não vivo sem você.

Amo-te!

domingo, 24 de agosto de 2008

Saudade, apego ou amor?


Essa semana eu estava conversando com a Carlinha e o Filipe, sobre o mal que podemos fazer àqueles que já partiram, foi então que ela nos narrou a seguinte história:

“Um jovem pai perdeu seu pequeno filho em uma tragédia, inconformado por muitos dias chorou pela triste separação... Seus dias foram consumidos pela recente dor, a ponto de esquecer-se de continuar a lutar por sua vida nesse plano.
Em uma determinada noite, com sua alma mais serena, elevou suas vibrações espirituais e levemente passeou, até que reencontrou seu filho, neste “sonho” o pequeno menino estava em meio de muitas crianças e todas elas alegremente carregavam na mão uma vela acesa, porém seu filho era o único de semblante triste, pois entre todas as crianças a sua vela era a única que estava apagada. Por esse motivo cabisbaixo permanecia, olhando fixamente à sua vela.
O pai naturalmente preocupado se aproximou de seu filho, se ajoelhou em sua frente e perguntou ao filho:

- Meu filho... Por que estás chorando e triste? Porque não estás feliz como as outras crianças?
- Ah papai... Estou triste porque, veja você mesmo, minha vela está apagada... Eu sou o único com a vela apagada...
- E por que não a acende?
- Porque não posso papai, você não deixa, todas as vezes que eu a acendo, tuas lágrimas derramadas caem sobre sua chama, apagando-a...”
(Autoria desconhecida)

Em alguns momentos, deixamos que o apego a algo ou alguém, flua sobre nossos pensamentos ou sentimentos, mas a perfeição do AMOR se perpetua eternamente pelos planos existentes. Manter vibrações constantes naquela pessoa que partiu acarreta em prendê-la num local, a qual ela não pertence mais, depois dessa partida, nos resta recordarmos de momentos felizes que partilhamos juntos, das lembranças gravadas em nossos corações e agradecermos pela singela oportunidade de cultivar imenso amor nos jardins da vida.